[play]
me. my car. traffic jam. A5. nothing to do. what’s that in the mirror? two white hairs…
stop. i’m leaving here.
[pause again]
[play]
me. my car. traffic jam. A5. nothing to do. what’s that in the mirror? two white hairs…
stop. i’m leaving here.
[pause again]
este blog tem actualmente três anitos e uns meses. já mudou várias vezes de nome, de sítio, n vezes de decoração…
já por várias vezes que tentei dar-lhe um rumo, mas esta coisa dos blogs nunca tem rumo, é sempre tudo um bocadito a atirar para o aleatório. enfim. desta vai mesmo virar face a várias propostas. vai continuar a ser o meu blog, onde porei as minhas divagações sobre variadíssimas coisas. mas vai tornar-se ainda mais virado para a música… ao longo dos próximos dias (semanas?) irão ver várias alterações, umas óbvias outras não, umas de forma outras de conteúdo, até chegar a um “novo” produto final… stay around…
[just a minor break...]
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You Are a Mac |
![]() You are creative, stylish, and super trendy. You demand the best - even if it costs an arm and a leg. |
[não vi, mas contaram-me. Na final do Eurovision Dance 2007, o par sueco - ele, lutador greco-romano, ela, bela donzela, dançaram ao som da Final Countdown dos Europe um paso doble lindo!!! vejam só!]
[não, não venceram... quem venceu foi o par finlandês com, imagine-se..., um paso doble ao som de Apocalyptica a interpretar uma certa música de Mettallica...]
Mais scripts, com os cumps do greasemonkey.
estava eu muito bem sentado em frente ao pc, a olhar para mais uns quantos ficheiros de texto e para umas quantas linhas de comando quando a pássara [cognome de uma estagiária que por aqui andou há uns anos e cuja presença voltou para assombrar estas paredes] pergunta se pode usar o pc por uns minutos… ok, disse eu…
fui fumar, pensando que quando voltasse ela estaria pronta.
não estava. é que ela queria ir ao pc para passar os 30 minutos de incubação no msn a conversar…
“demoras muito?”
“não. estou só aqui a conversar (…)”
claro que acabou a esperar sentada a olhar para os azulejos… a lata das criaturas…
[sim, eu precisava mm do pc. não só por causa da linha de comandos e dos ficheiros de texto mas também para blogar, ler blogs, jogar travian, etc, enquanto espero que os meus ficheiros sejam processados... duh!]
«I need to bathe in sin.
With me, or one of your other boyfriends?»
eu tou constipado. há já algum tempo…
a crianaça tá constipada. estamos em casa a curtir… imaginem quem lha pegou…
no infantário parece que hoje há muitos putos constipados… eheheh…
a mulher tá ‘quase’ constipada… enfim, era de esperar.
agora, a cadela tá a espirrar sem parar…
alguém nos enfia na autoclave???
[respondendo tb ao comentário do resmunga do post anterior...]
Sinto-me fresco. Parece que de ontem para hoje rejuvenesci 10 anos. Espera-se que não porque se assim fosse só poderia conduzir daqui a muito tempo.
Mas, acima de tudo, sinto-me leve, fresco que nem uma alface, e, para o bem e para o mal, cheio de ideias e energia para as fazer. Agora sim, apetece-me mesmo atirar-me as coisas com a alma e o espírito.
Apetece-me pôr no papel tantas ideias que me surgiram ontem e antes e depois… Ando-me a conter. Gosto mesmo disto, só pode ser essa a explicação. Ando-me a conter para não ir para o laboratório fazer isto e aquilo e só mais aquilo porque agora estou livre, sem preocupações, sinto quiçá a diferença de potencial interneuronal, mas… já não pertenço ali. Ontem ainda tive ocasião de olhar para o meu laboratório, depois da discussão, e hoje estive lá e falta-lhe lá actividade, faltam pessoas, falta qualquer coisa… Foram praticamente sete anos naquele piso, os últimos naquele laboratório, com vista para a Segunda Circular, em que fiz tanto e deixei ainda mais por fazer…
[deixem-só ir ali um bocadinho analisar mais umas dezenas de espectros de massa]
Enfim, fica um alívio enorme, o voltar da circulação às pernas no final da “conversa”, fica a sensação de “então não há mais?”… Ou, como diz a outra, então e agora?
Agora? Siga…
Take That feat. Lulu, Relight My Fire (11′ edit)
![]()
de há uns dias para cá que acordo repetidas vezes durante a noite por causa do mesmíssmo sonho: estou a almoçar, minutos antes da discussão da tese, e recebo um telefonema da minha estimada chefe a dizer que escuso de ir à reitoria porque um dos meus arguentes finou-se.
[go figure...]
[eu gostava era de não acordar logo para saber qual dos ditos cujos é que se fina!]
Em tempos escrevi um post intitulado oblivion. E nessa altura escrevi “de que servem as memórias quentes do passado se o futuro é uma álgida alba atroz?” e ontem à noite lembrei-me de tanta coisa boa…
[por vezes sinto falta do teu corpo. do teu corpo salgado e quente, cortado pelo frio. sinto falta do que nunca foi. gostava tanto que tivesse sido. sinto falta do cheiro dos teus cabelos embrulhados em areia.]
[obrigado, público anónimo, pela doçura com que me trataste nesta linda madrugada]
[estavas lá. no auge. no momento. tornaste-te o centro daquele meu mundo. do meu mundo daquele dia. e depois levantaste-te. e desapareceste.]
Billy Ocean, Loverboy
[é prá tia e pró tio... volta, estás perdoado!!!!]
you’re the one I desire. / ‘Cause I get this feeling / feeling from nobody else
[mas nunca lá estiveste, nunca de lá saíste.]
loverboy, loverboy, loverboy
[estarás lá para sempre.]
[catarina, querida, olhe, prá próxima, lembre-se, tá, eu não recebo mms, ainda funciono a raspar pedras pra fazer faísca... olhe, vá lá festejar a vitória do cãopiónáto que eu vou só ali dar mais um passito..]
[feels like a sensation...]
Segundo um estudo que surge na edição de hoje do DN, dentro de 70 anos a temperatura média anual de Lisboa será de aproximadamente igual a de Rabat, Marrocos, que oscila, regra geral, entre os 15 ºC e os 25 ºC. E segundo os autores, isto é preocupante. OK, teremos Invernos menos frescos e Verões menos quentes. Preocupante seria se se tornasse igual à de Sennar, Sudão, que é de aproximadamente 45 ºC all year long…
Bem, vou deixar os problemas planetários de lado e voltar à minha existência… Duvido que chegue aos 100 anos para assistir a uma Lisboa tão… monotérmica…
David Bowie, China Girl
[é só prá tia, tá?]
Takes me completely
Touches so sweetly
Reaches so deeply
Nothing can stop me.
Depeche Mode, Live in Paris, Sweetest Perfection
nunca gostei de da weasel mas, por algum insondável mistério, sempre andei a trautear as letras deles. ontem percebi porquê.
quando fui buscar a pirralha à escola passou a última música deles no rádio. quando saímos do carro, vinha ela, muito baixinho, uhh uhh, ié ié, faz faz, bébé bébé…
da weasel é mesmo música infantil…
The Pixies, Into the White
Flawless. Absolutely Flawless. You’ve got to go to the city. E sentir os aromas que a invadem. Sentir a areia quente bater-te na cara. Sentir o calor daqueles dias conquistarem a tua alma. Espalha-te pelo horizonte. Deixa-te ir. Não penses. Maybe tonight. See you tonight. It’s no good waiting by the windows waiting for the sun. Não esperes que apareça. Vai. Não vás. Fica. Vai. Deixa-te ir. Don’t…
Uma qualquer lei americana que entrou recentemente em vigor obriga a que a maior parte dos sites da internet estejam licenciados no país onde são usados. Isto é, para eu ver determinados sites baseados naquele país tenho que esperar que esses sites estejam licenciados em Portugal.
E viva o mundo global da partilha de informação.
Quanto mais vejo e ouço as almas iluminadas dos dias de hoje mais quero ser um pobre diabo. Quanto mais ouço falar dos “jovens” talentos literários, herdeiros dessa aura impulsionada por Rebelo Pinto, ou dos novos “artistas musicais”, como os Buraca Som Sistema [que deram uma trabalheira a encontrar na net], mais quero ser como os arrumadores ou a fulana da oficina onde levo o carro – pés na terra, cabeça nos ombros.
Quanto mais ouço o Sr. Sousa falar sobre o passado e o futuro, nunca falando do presente, mais quero ser como os eremitas. Quanto mais ouço o Sr. Jardim, o Sr. Silva e outros que tais falar, mais surdo quero ser.
Enfim, quem diria que esta via supostamente evolutiva em que me encontro me provoca cada vez mais o desejo do retrocesso.
Chamem-me cota, conservador, quadrado, ou outra coisa assim, mas gosto do meu mundo como estava, estável, sem aventuras, sem merdas acessórias, apenas o meu mundo, cru, sem panachés nem abatanados, sem tostas com manteiga do lado de fora e mostarda do lado de dentro, sem pedidos especiais, apenas aquele mundo em que se pede um café ou uma tosta.
Para que servem, de facto, todos estes floreados da vida de hoje? É apenas para esconder a realidade? Triste existência a dos que se esforçam por não serem aquilo que são.
Viva Descartes, viva a chuva, vivam os átomos com pernas e hip!hip!hurray! para os simples de espírito porque deles será… J
O vício de agora: Travian. Só é pena ser tããããão lento….
acho que ja toda a gente conhece esta minha irritação, mas ainda não consegui perceber qual é a lógica de, em dez dias, seis serem feriados e fins de semana! ok, isso até nem seria muito mau, mas… as pessoas depois metem mais uns dias e estão de férias desde quarta de uma semana até terça da semana seguinte…
e se dantes as pontes eram só quando os feriados calhavam numa terça ou numa quinta, agora não interessa: se for numa segunda ou numa sexta, temos fim de semana de quatro dias; se for numa terça ou numa quinta, idem; o melhor mesmo é serem à quarta e tem-se ali cinco ou seis dias de engorda e só se teve que usar dois dias de férias. mas será que as pessoas não gostam do que fazem? então despeçam-se, vão pró subsídio de desemprego e deixem os outros trabalhar!
é isso e uma outra coisa que anda aqui a fazer-me comichão: porque raio é que no dia 1 de Maio todas as lojas e afins vão estar fechadas? ora, no natal, ainda abrem meios dias; aos domingos, ainda há supermercados abertos de manhã; praticamente todos os feriados são ignorados. qual é a questão do primeiro de Maio? é por ser dia do trabalhador? neste País acho que mais valia era irem trabalhar a 1 de Maio para ver se faziam alguma coisa para compensar o resto do ano…
eu sei, o 25 de abril foi um dia importante. e que tal o 25 de novembro? e o 24, já agora… oh, isso é que foi!!! e o 24 de abril, véspera de tão importante dia? e o 11 de março? e o 11 de setembro? e o 10 de janeiro? e o 31 de março? não foram, historicamente, dias importante que mereçam ser feriado? e os outros??? heim?!
[Quando não tiverem mesmo mais nada para fazer, ou até tiverem mas não quiserm, vão jogar SuperTux. Passei uma manhã inteira armado em pinguim a correr atrás de moedas e a pular que nem um maluco. E ainda dizem que os jogos de plataformas já não têm nada para dar... Viva o SuperMario!]
Banda sonora recomendada para os próximos tempos
O álbum St. Elsewhere dos Gnarls Barkley tem melhorado com o amadurecimento… então este Go Go Gadget Gospel é delicioso… Oh Catarina, isto não te lembra assim qualquer coisita?
Go Go Gadget Gospel, Gnarls Barkley
O She’s Madonna de Robbie Williams também tem estado a rodar non-stop cá em casa…
Robbie Williams, She’s Madonna
E, curiosamente, do fundo, mas mesmo lá do fundo do baú, surgiu Blue Monday dos New Order, agarrada a Life Goes On, dos Beatles (Johnny boy, sing along), sempre com um cheiro a Confortably Numb, seja dos Scissor Sisters ou dos geniais Pink Floyd.
New Order, Blue Monday
The Beatles, Life Goes On
Scissor Sisters, Confortably Numb
Pink Floyd, Confortably Numb
[agora até um dia destes que eu tenho que ir ali tratar do meu pob epinguim que há quase duas horas que nao jogo com ele... eheheh...]
People are afraid to merge on freeways in Los Angeles. This is the first thing I hear when I come back to the city. Blair picks me up from LAX and mutters this under her breath as her car drives up the onramp. She says, “People are afraid to merge on freeways in Los Angeles.” Though that sentence shouldn’t bother me, it stays in my mind for an uncomfortably long time. Nothing else seems to matter. Not the fact that I’m eighteen and it’s December and the ride on the plane had been rough and the couple from Santa Barbara, who were sitting across from me in first class, had gotten pretty drunk. Not the mud that had splattered the legs of my jeans, which felt kind of cold and loose, earlier that day at an airport in New Hampshire. Not the stain on the arm of the wrinkled, damp shirt I wear, a shirt which had looked fresh and clean this morning. Not the tear on the neck of my gray argyle vest, which seems vaguely more eastern than before, especially next to Blair’s clean tight jeans and her pale-blue T-shirt. All of this seems irrelevant next to that one sentence. It seems easier to hear that people are afraid to merge rather than “I’m pretty sure Muriel is anorexic” or the singer on the radio crying out about magnetic waves. Nothing else seems to matter to me but those ten words. Not the warm winds, which seem to propel the car down the empty asphalt freeway, or the faded smell of marijuana which still faintly permeates Blair’s car. All it comes down to is that I’m a boy coming home for a month and meeting someone whom I haven’t seen for four months and people are afraid to merge.
Bret Easton Ellis, Less Than Zero
Buena Vista Social Club, Pueblo Nuevo