Arquivos por Categoria: coisas da ciência

O ponto de partida era, para não variar muito, o do costume:

q.png (”health promoting”)

O objectivo era:

qcs.png (even more “health promoting”)

O resultado foi:

q-alls.png(real, real, real poison…)
[Kids, don't play with biohazard... ]

[real, real, real? that reminds me of young folks... go and shake'em mamma...]

  1. Prevent waste: Design chemical syntheses to prevent waste, leaving no waste to treat or clean up.
  2. Design safer chemicals and products: Design chemical products to be fully effective, yet have little or no toxicity.
  3. Design less hazardous chemical syntheses: Design syntheses to use and generate substances with little or no toxicity to humans and the environment.
  4. Use renewable feedstocks: Use raw materials and feedstocks that are renewable rather than depleting. Renewable feedstocks are often made from agricultural products or are the wastes of other processes; depleting feedstocks are made from fossil fuels (petroleum, natural gas, or coal) or are mined.
  5. Use catalysts, not stoichiometric reagents: Minimize waste by using catalytic reactions. Catalysts are used in small amounts and can carry out a single reaction many times. They are preferable to stoichiometric reagents, which are used in excess and work only once.
  6. Avoid chemical derivatives: Avoid using blocking or protecting groups or any temporary modifications if possible. Derivatives use additional reagents and generate waste.
  7. Maximize atom economy: Design syntheses so that the final product contains the maximum proportion of the starting materials. There should be few, if any, wasted atoms.
  8. Use safer solvents and reaction conditions: Avoid using solvents, separation agents, or other auxiliary chemicals. If these chemicals are necessary, use innocuous chemicals.
  9. Increase energy efficiency: Run chemical reactions at ambient temperature and pressure whenever possible.
  10. Design chemicals and products to degrade after use: Design chemical products to break down to innocuous substances after use so that they do not accumulate in the environment.
  11. Analyze in real time to prevent pollution: Include in-process real-time monitoring and control during syntheses to minimize or eliminate the formation of byproducts.
  12. Minimize the potential for accidents: Design chemicals and their forms (solid, liquid, or gas) to minimize the potential for chemical accidents including explosions, fires, and releases to the environment.

Genome
Proteome
Transcriptome
Metallome (the totality of metal and metalloid species; with its associated field metallomics)
Lipidome
Glycome
Interactome (the totality of the molecular interactions in an organism[4]; a once proposed field of interactomics has generally become known as systems biology)
Spliceome (totality of the alternative splicing protein isoforms)
ORFeome (totality of DNA sequences that begin with the initiation codon ATG, end with a nonsense codon, and contain no stop codon. Such sequences may therefore encode part or all of a protein.)
Mechanome (refers to the force and mechanical systems at work within an organism)
Phenome (the organism itself. The Phenome is to the genome what the phenotype is to the genotype. Also, the complete list of phenotypic mutants available for a species.)
Speechome (The totality of human speech components such as phoneme)
Exposome (the collection of an individual’s environmental exposures)
Textome (The body of scientific literature which text mining can analyse)
Kinome (The totality of protein kinases in a cell. Publications exist.)
Neurome (The complete neural makeup of an organism. A word which a neurobiologist might utter in the future.)
Reactome (A knowledge base of biological processes)
Physiome (Related to physiology)
Predictome (A complete set of predictions.)

Eh pah… desculpem lá, mas o fisioma já não aguenta, isto de passar o dia inteiro a mecanomicar as teclas e a olhar para o textoma para melhorar o predictoma tá-me a dar cabo do neuroma… não tarda começo a mandar isto tudo pró caralhoma…

… e parou aqui pelos meus lados - não é que me aceitaram um artigo aqui?

[o link não entra onde devia... é http://www.nature.com/bjp/index.html]

Merry Xmas everyone!

[desculpem lá chatear mas...]

Preciso de um título sonante, catchy, “original”, que fique no ouvido… Deixem-me lá um comentário sff a dizer qual é que preferem. A ciência agradece. E eu também!

0) Polyphenols, Halogens and Chalcogens
1) Flavonoids’ never-ending story: seeking newer and better antioxidants
2) The holy grail of flavonoids: the demand for evermore powerful antioxidants
3) Old Flavonoids in New Couture: Seeking Newer and Better Molecules
4) A Tale of a Threesome: Polyphenols, Halogens and Chalcogens
5) A Twist of Reality: the Demand for Evermore Powerful Flavonoids
6) Polyphenols in the mix: how to get more from the same
7) A Tale of Three Cities: Polyphenoland, Halogenoland and Chalcogenoland
8) Pi-Eta-Chi: The Brotherhood of Polyphenols, Halogens and Chalcogens
9) What happened when Polyphenoland was attacked by the soldiers of Halogenoland and Chalcogenoland

estive cinco dias, ouviram (leram bem… CINCO!) dias sem meter os pés no “local de trabalho”. estive no Algarve. calma, tal como a outra, também estive em trabalho. sempre. mas não é sobre isso que eu quero falar. nem sobre o baque de voltar à realidade (cinco dias são pouco mas são deliciosos…). é sobre isto:

“tenho”, como que por artes mágicas, um aluno de Ph.D. que vive e trabalha no Porto e acha que durante os quatro anos de doutoramento vai conseguir salvar o mundo. tão ingénuos que eles são, mas pronto, siga.
na sexta feira antes de me ir embora enviei um mail a dizer que na semana seguinte não estaria…
passou uma semana sem saber o que fazer e a enviar mails a toda a gente desesperado porque não sabia o que fazer.
ah, esqueci-me de dizer, ele começou o doutoramento há 14 dias…

[agora vou ali e já volto porque não tarde perco o avião para a paragem seguinte...]

kittehdaimburger.png

[retirado daqui]

de acordo com o AutoNom2000, dá pelo nome (simplificado) de dietildimetilpropilnaftalenildi-heptildimetiltriciclo-octano… e viva o til-triciclo…

phd090507s1.gif

mental note to self: no final do século XIX foi descoberta a cura para o cancro, e foi posteriormente aperfeiçoada. ainda ninguém sabe COMO funciona. e por isso não se usa. mas toda a gente sabe QUE funciona. porquê?

depois de entregar ontem de manhã passei o dia todo de papo para o ar.

como não há bela sem senão, amanhã é suposto ser o “orador” de um seminário, e não me apetece lá muito ficar aqui sentado a fazer a apresentação. mas lá terá que ser.

[ah, e se alguém gritar bingo, eu sou bem capaz de me tornar violento...]

nos últimos tempos tenho movido a minha existência informática do mundo físico para o mundo servido na net. por lá ficam os ficheiros todos, os mails todos, os contactos todos, à mão de apanhar em qualquer pc comunicante. e hoje descobri, via slashdot, o Fauxto, um genérico do Photoshop que permite editar imagens online.

depois do modem telefónico do clix veio a adsl do sapo e agora a adsl do clix. do tarifário 2 Mb para o actual, 16 Mb, foi um ano de upgrades grátis (sim, eu tenho os 16 Mb e pago os 2 Mb e, pelo “incómodo” [ipsis verbis] dão-me, não 10 GB, não 25 GB, mas tráfico ilimitado, oba oba, descobri hoje nas definições da conta).

depois dos 10 GB do zmail e dos 2 GB (and growing) do gmail, o yahoomail planeia para o mês que vem contas de mail com espaço ilimitado grátis. Depois do writely e do google docs e spreadsheet, depois das wiki’s com espaço para tudo, dos servidores grátis para partilha de ficheiros e para armazenamentos dos mesmos, dos feed aggregators e de tudo o resto acessível via google personalized home, depois da minha música em qualquer sítio via pandora, já não são precisos, em teoria, dvd’s, cd’s, zip’s ou pen’s. claro que continuo a usar tudo isto abundamentemente, não vá um dia não ter net ou os ficheiros desaparecerem.

depois das impressoras ligadas ao pc vieram as ligadas em rede e agora imprime-se para pdf e envia-se por mail para o destinatário ou para o impressor.

depois dos teclados ergonómicos veio o auto-completion, o suggestion, e agora o voice to text. depois de telefonar para comunicar leituras da edp, depois dos sms’s com a mesma coisa, faz-se isso agora online. que é como que diz, ler o contador, olhar para o computador e falar… para quando a telepatia?

depois do windows pago veio o windows grátis via instituição e depois os discos com várias partições, para windows, para linux, para dados, para isto e para aquilo. depois do dual boot vieram as máquinas virtuais que correm um sistema operativo por cima do outro. depois vieram os live cd’s e os live dvd’s que dispensam sistema operativo instalado na máquina. e depois o live dvd de linux com um windows virtual, dois sistemas com tudo o que têm de bom, num dvd, independente de net, de máquina, de tudo.

e agora vou ter que me mexer da cadeira e, efectivamente, fazer algo para ir almoçar… :S

[estou neste momento a escrever este post no word 2007, instalado numa máquina virtual que corre win xp por cima de ubuntu 6.06, tudo isto num live dvd, e é só clickar num botão ali em cima e isto aparece imediatamente no blog. como não há bela sem senão: o dvd leva apenas 4 GB de ficheiros e mais uns pós... a minha reles existência informática passa por uns constante 270 GB de "minimal data" - tudo ficheiros meus, acumulados de há anos para cá, passados de dvd em dvd, e aos quais acedo constante e aleatoriamente... isto para já não contar com os outros tantos (ou mais) GB de música... só para terem uma ideia, a minha tese, cujo pdf são uns reles 5 Mb, tem uma pasta "associada" que ocupa o módico espaço de 2 DVD's...

o próximo passo: um disco externo de 1 TB (1000 GB). só que esse implica ter ligação à rede eléctrica e é, digamos, pesadote, as it comes with it's own set of six cooling fans...]

A outra gaja, depois da recta final, pergunta-se “então e agora?”

Os outros gajos e gajas todas deste planeta passam os dias a perguntar “então, já ‘tá?”

Eu passo os dias a pensar “então será que isto fica melhor ali ou aqui?”, já que as aventuras corrigendas da alma parva são demasiado trôpegas, balofas e, quiçá, mais do mesmo.

Hoje fiz uma coisa rara, ler o meu horóscopo. A mature approach to integrating a new perspective can ultimately help you feel much better about yourself. E pergunto-me “então é isto?”.

Enviei hoje a tese para começar a imprimir. Fico, novamente, outra vez, tal como o N. Charro, à espera das últimas correcções. Que, como a maior parte das que já passaram por cá, são meras questões de estilo. Tenho aqui ao lado a versão “O”, iniciada em “A”, de um capítulo. Nem sequer olhei para as rascunhices. E por baixo disso todas as versões de todos os capítulos, dezenas ou centenas de artigos, dois livros impressos, dez teses consultadas. E uma frase, apenas uma frase. Impressa na parte de cima de uma folha A4, com pouca tinta, uma frase apenas, this is my truth tell me yours.

Desculpem lá mas não alinho em tretas de me dizerem o que devo ou não fazer, tenho o meu estilo e a minha escala temporal. Não me interessa se antes de mim se atrasaram ou não, não tenho nada a ver com isso. Aceitei correcções de conteúdo, de forma e de estilo. De lá, nunca saiu nada, apenas se adicionaram coisas. Conforme combinado. Já passámos o fim do ano, o 9 de Março e o 19 de Março. à terceira foi de vez. Comecei a escrever em Janeiro de 2006, com conhecimento superior. Entreguei tudo prontinho em Outubro de 2006. Estamos no final de Março de 2007. Eu cá já fiz a minha parte. Agora quem quiser que perceba e se amofine.

Já chorei, já ri, já desisti n vezes e voltei a pegar no assunto. Já peguei no touro pelos cornos e levei cornadas, já dei cornadas. Já nos zangámos, fizemos as pazes. Já me disseram para ir com calma e para acelerar. Já me disseram para fazer assim e da outra maneira. Já me disseram para ter paciência e ser subserviente e para ser eu mesmo e ser como sou.

Foi bom enquanto durou. Aprendi muito, sem dúvida. Mas o que mais aprendi foi, graças ao acompanhamento que não tive, a aprender. Como resumido em dois ou três mails, se eu tivesse sido orientado ainda não estava aqui. Fiz muita coisa, sem dúvida. Nem que seja encher uma resma de papel de tinta. E resume-se a uma enorme vontade de fazer mais isto e mais isto e mais aquilo, só mais um bocadinho.

The shit is dead, long live the shit.

E pronto, ninguém me apanha mais a falar ou a escrever sobre a tese.

Finito.