Em tempos escrevi um post intitulado oblivion. E nessa altura escrevi “de que servem as memórias quentes do passado se o futuro é uma álgida alba atroz?” e ontem à noite lembrei-me de tanta coisa boa…
[por vezes sinto falta do teu corpo. do teu corpo salgado e quente, cortado pelo frio. sinto falta do que nunca foi. gostava tanto que tivesse sido. sinto falta do cheiro dos teus cabelos embrulhados em areia.]
[obrigado, público anónimo, pela doçura com que me trataste nesta linda madrugada]
[estavas lá. no auge. no momento. tornaste-te o centro daquele meu mundo. do meu mundo daquele dia. e depois levantaste-te. e desapareceste.]
Billy Ocean, Loverboy
[é prá tia e pró tio... volta, estás perdoado!!!!]
you’re the one I desire. / ‘Cause I get this feeling / feeling from nobody else
[mas nunca lá estiveste, nunca de lá saíste.]
loverboy, loverboy, loverboy
[estarás lá para sempre.]
[catarina, querida, olhe, prá próxima, lembre-se, tá, eu não recebo mms, ainda funciono a raspar pedras pra fazer faísca... olhe, vá lá festejar a vitória do cãopiónáto que eu vou só ali dar mais um passito..]