[respondendo tb ao comentário do resmunga do post anterior...]
Sinto-me fresco. Parece que de ontem para hoje rejuvenesci 10 anos. Espera-se que não porque se assim fosse só poderia conduzir daqui a muito tempo.
Mas, acima de tudo, sinto-me leve, fresco que nem uma alface, e, para o bem e para o mal, cheio de ideias e energia para as fazer. Agora sim, apetece-me mesmo atirar-me as coisas com a alma e o espírito.
Apetece-me pôr no papel tantas ideias que me surgiram ontem e antes e depois… Ando-me a conter. Gosto mesmo disto, só pode ser essa a explicação. Ando-me a conter para não ir para o laboratório fazer isto e aquilo e só mais aquilo porque agora estou livre, sem preocupações, sinto quiçá a diferença de potencial interneuronal, mas… já não pertenço ali. Ontem ainda tive ocasião de olhar para o meu laboratório, depois da discussão, e hoje estive lá e falta-lhe lá actividade, faltam pessoas, falta qualquer coisa… Foram praticamente sete anos naquele piso, os últimos naquele laboratório, com vista para a Segunda Circular, em que fiz tanto e deixei ainda mais por fazer…
[deixem-só ir ali um bocadinho analisar mais umas dezenas de espectros de massa]
Enfim, fica um alívio enorme, o voltar da circulação às pernas no final da “conversa”, fica a sensação de “então não há mais?”… Ou, como diz a outra, então e agora?
Agora? Siga…
Take That feat. Lulu, Relight My Fire (11′ edit)
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